Chegou a hora de vender seu imóvel! Veja 7 motivos

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O mercado imobiliário iniciou recuperação: juros baixos e retomada de valorização garantem bons negócios

Nos últimos anos as coisas não foram nada fáceis para a economia brasileira. O mercado imobiliário foi um dos primeiros a sofrer impactos. A construção civil diminuiu o ritmo e as vendas recuaram. Porém, com o início da recuperação econômica, os negócios já começam dar sinais positivos.Chegou a hora de vender seu imóvel! Destacamos 7 motivos para isso.

1. Mais otimismo

Parece algo abstrato, mas o otimismo gera mais negócios. Isso acontece quando os principais setores da economia acreditam no momento e investem. Uma coisa puxa a outra. As pessoas se sentem mais seguras em fazer grandes investimentos, como comprar uma casa ou apartamento. Por isso, chegou a hora de vender seu imóvel.

Para Igor Freire, diretor de Vendas da Lello Imóveis (São Paulo), o mercado imobiliário está acompanhando os passos da retomada da economia. “Sentimos uma melhora já no final de 2019. Neste início de ano já estamos notando um número maior de pessoas interessadas na compra de imóveis. Estamos bastante animados para 2020”, diz Freire.

2. Juros baixos

Os atuais juros baixos motivam e ampliam a tomada de empréstimos bancários. Ou seja, as pessoas conseguem o dinheiro necessário para comprar um imóvel, explica o professor da Faculdade de Economia Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP), Luciano Nakabashi.

“A taxa de juros hoje é uma das mais baixas da história do Brasil. Sobretudo quando pensamos no ramo imobiliário, que o financiamento é por longo tempo, os juros atuais estão bem atrativos. Está interessante fazer negócio”.

3. Menor estoque

Segundo levantamento feito pela Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) e divulgado pelo Secovi-SP, em 2019 São Paulo explodiu em lançamentos de empreendimentos novos: 55,5 mil unidades residenciais, 49,6% a mais que 2018. Porém, foram vendidas 44,7 mil, número 49,5% superior que o ano anterior.

Isso quer dizer que, mesmo em capitais como São Paulo, onde a quantidade de lançamentos costuma se destacar no Brasil, houve diminuição dos estoques. Como a construção civil necessita de tempo para lançar novos empreendimentos, quem já tem o imóvel para a venda fica com mais chances de achar um comprador.

4. Valorização

Não chegou a hora de vender seu imóvel, somente. O momento é ideal para uma maior lucratividade. Com o reaquecimento do mercado, os imóveis vêm registrando crescimento nos preços desde o ano passado.

Análise feita FipeZap, que acompanha o comportamento do preço médio de venda de imóveis residenciais em 50 cidades, apresentou como resultado alta nominal de 0,31% no primeiro bimestre de 2020.

5. Tecnologia imobiliária

As imobiliárias hoje usam sistemas tecnológicos que otimizam a comercialização do imóvel. O cruzamento de dados é capaz de encontrar clientes interessados naquele tipo de produto, o que facilita a venda.

Assim, só vai visitar o local aquela pessoa que realmente pode se tornar um eventual comprador. Sem perda de tempo.

6. Anúncios atrativos

Se você quiser vendar por conta própria, pode usar os portais e aplicativos especializados em anúncios. Eles evoluíram muito e possibilitam um melhor detalhamento do seu imóvel, além de imagens com mais qualidade.

Há opções com fotos, vídeos e até tour virtual dos imóveis. Não esqueça de informações sobre localização, metragem, preço, custos de condomínio e IPTU. Indicar o que há por perto, como comércios e transporte coletivo é importante.

7. Venda rápida

Coloque um imóvel à venda e em poucos minutos receba uma oferta de compra. É o que prometem as ibuyers, empresas que usam tecnologia para avaliar moradias, pela internet, e oferecer valores.  Geralmente compram à vista, reformam e revendem imóveis de forma muito rápida. Usam algoritmos para a avaliação das propriedades e identificação de oportunidades.

Profissional de Marketing especializado em Mídias Digitais e Comportamento do Consumidor, Ney Lins acha a inovação positiva para o setor imobiliário. “Uma alternativa para um público bem específico, que precisa de velocidade e não quer ter que se preocupar com muitos detalhes burocráticos do processo de venda de um imóvel”, diz.

Fonte: Revista Zap Imóveis

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