Megaprojetos oferecem conexão com a natureza

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Com preservação ambiental, empreendimentos no Ceará e em Minas miram o bem-estar do morador

Dois megaempreendimentos foram contemplados com o Master Imobiliário. Caucaia, a 30 km de Fortaleza, vai receber a primeira cidade planejada do Ceará, em uma área de 4,3 milhões de metros quadrados capaz de abrigar ao menos 32 mil moradores. Batizado de Cidade Cauype, é assinado pela Luciano Cavalcante Empreendimentos Imobiliários e recebeu o prêmio de Soluções Urbanísticas. Em Minas Gerais, o Vivert Reserva da Mata, uma área de 2 milhões de m², em Bom Sucesso, a 200 km de Belo Horizonte, foi reconhecido como Produto Imobiliário. Em comum, além da enormidade dos projetos, têm a preservação ambiental no DNA e privilegiam a qualidade de vida.

Com projeto urbanístico do premiado escritório de arquitetura do ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner, morto em maio último, e valor geral de vendas (VGV) de R$ 120 milhões, o Cidade Cauype está dividido em lotes de 150 m² a 200 m², para a área residencial – com preços que variam entre R$ 60 mil e R$ 80 mil. Os lotes comerciais vão de 1 mil a 2 mil m² e preços entre R$ 400 mil e R$ 800 mil.

Segundo Luciano Cavalcante, presidente da empresa, a construção está dividida em cinco etapas, sendo que a primeira, já construída, recebeu investimentos de R$ 30 milhões – boa parte deles destinados à infraestrutura, como implantação de redes de fibra ótica, sistema de pavimentação com drenagem e uma estação própria de tratamento de esgoto.

São 800 lotes, incluindo residências e área comercial. Na região há uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE) e será a primeira área de construção de usinas de hidrogênio verde do País.

Reconexão

No Vivert Reserva da Mata, além de uma reserva ambiental de 40 hectares de Mata Atlântica, o loteamento abriga desde horta orgânica, circuito de 12 km de mountain bike, estações de recarga para bike elétricas e seis estações de coworking no meio da mata e até 180 obras de arte espalhadas pelo empreendimento.

Antônio Alberto Júnior, sócio fundador da Vivert, diz que dos R$ 40 milhões já investidos pela empresa no empreendimento, R$ 2,5 milhões foram em paisagismo. “Nós precisávamos destacar a natureza. Tanto que nenhuma rua do condomínio é asfaltada, exatamente para preservar a rusticidade do local”, diz ele. 

Voltado para o público classe A, o Vivert Reserva da Mata tem lotes de 1,5 mil a 3 mil m² quadrados e preços que variam entre R$ 500 mil e R$ 800 mil. Lançado em março de 2020, justamente quando chegou a pandemia do novo coronavírus, vendeu apenas dois lotes.

“Poucos meses depois, com todo mundo em home office, a residência passou a ter prioridade na vida das pessoas e as nossas vendas simplesmente dispararam.” Cem lotes já foram vendidos, 10 casas já estão prontas e outras 15 estão em construção. O local conta com rede e tratamento de esgoto, eletricidade e de Wi-Fi.

Natureza, alimentação saudável, esporte e lazer, trabalho e leveza, arte e cultura, amizade e transcendência são o caminho para essa reconexão. Antônio Júnior diz que chegou a esses tópicos depois de entrevistas com 200 formadores de opinião.

“Não é sobre comprar uma casa nem quantos metros ela terá. É sobre percorrer todos os caminhos que nos levem ao bem-estar”, afirma.

Fonte: Estadão

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